Olá Kelly,
pode nos falar um pouco sobre a sua rotina de trabalho na redação do Grupo RBS?
“ Eu chego na Rádio Gaúcha entre 08:30 a 08:40, e tenho uma rotina com
diferentes atividades, não tenho só uma função na redação. Antes mesmo de
chegar na Rádio, a primeira coisa que eu faço é ler alguns jornais do dia para ficar
com os principais assuntos encaminhados. E quando chego na redação a primeira
coisa é ver alguns assuntos relevantes para que possa escrever na minha coluna do
Gaucha ZH, bem como a melhor maneira disso ser feito.
Já o Timeline possui alguns processos na organização do programa, possuímos distancias físicas, o Davi Coimbra fica nos estados unidos, eu e o Potter na redação da Rádio, mas como hoje em dia isso não diz muita coisa nós conversamos muito. Focamos em assuntos que estejam presentes nas redes sociais das pessoas, que estão sendo muito comentados, mas também mantendo a possibilidade de pautas de ultima hora, improvisadas. O Timeline é construído dessa forma, temos uma produtora que faz um filtro de pautas, vai atrás das entrevistas, e mais um produtor auxiliar que ajuda nesse processo. E ainda depois do programa eu ainda vejo se alguma entrevista rende material para ir para o o site, um processo super integrado. A tarde eu tenho um programa que é o Gaúcha Mais e que foca mais em assuntos da cidade, das pessoas, a rotina da população mesmo. Basicamente é isso, buscamos marcar as entrevistas que vão ao ar no programa, que acontece das 14:30 até as 16:30. Já a rotina com os colegas é um processo de integração, estamos conectados, procurando os assuntos mais relevantes do dia, adequando eles sempre ao nosso público, entendendo e aprendendo que o público não é o mesmo nos diferentes meios de comunicação, a minha rotina tem bastante disso”.
Já o Timeline possui alguns processos na organização do programa, possuímos distancias físicas, o Davi Coimbra fica nos estados unidos, eu e o Potter na redação da Rádio, mas como hoje em dia isso não diz muita coisa nós conversamos muito. Focamos em assuntos que estejam presentes nas redes sociais das pessoas, que estão sendo muito comentados, mas também mantendo a possibilidade de pautas de ultima hora, improvisadas. O Timeline é construído dessa forma, temos uma produtora que faz um filtro de pautas, vai atrás das entrevistas, e mais um produtor auxiliar que ajuda nesse processo. E ainda depois do programa eu ainda vejo se alguma entrevista rende material para ir para o o site, um processo super integrado. A tarde eu tenho um programa que é o Gaúcha Mais e que foca mais em assuntos da cidade, das pessoas, a rotina da população mesmo. Basicamente é isso, buscamos marcar as entrevistas que vão ao ar no programa, que acontece das 14:30 até as 16:30. Já a rotina com os colegas é um processo de integração, estamos conectados, procurando os assuntos mais relevantes do dia, adequando eles sempre ao nosso público, entendendo e aprendendo que o público não é o mesmo nos diferentes meios de comunicação, a minha rotina tem bastante disso”.
E
sobre os critérios de noticiabilidade das informações? Pode falar um pouquinho
para a gente Kelly? “ Na minha percepção, é aquilo que mexe com a vida das
pessoas, o que faz elas se movimentarem, o que vai mudar suas vidas, entendendo
também o que elas querem consumir. As vezes temos essa dificuldade, nós
queremos entender o que as pessoas querem consumir, e elas na verdade querem
outros assuntos. Eu cubro bastante política, e nem sempre as pessoas estão
interessadas nisso, muitas vezes estão de saco cheio desse assunto, que é
pesado, difícil, e tem muitos escândalos de corrupção, mas, acho que temos esse
desafio de tentar traduzir um pouco para as pessoas, e de como aquilo impacta
também na realidade delas, mesmo sendo um assunto distante, no poder central,
então nossa função é traduzir isso, e explicar o impacto que tem nas pessoas,
na nossa vida.
Nossa
ideia básica é conectar os gaúchos, e contribuir para que eles tenham uma vida
melhor.
Em
relação a critérios específicos, a Gaúcha tem muito isso de serviço, como
transito, de algo que vai mudar mesmo a vida das pessoas.
O Timeline
tem um processo diferente, mas a primeira regra é essa, algo que vai impactar a
vida das pessoas, não vamos colocar nada que seja de internet e que não esteja
dialogando com a vida das pessoas, as vezes existe uma notícia que está sendo super
compartilhada, mas nos perguntamos: mas isso tem cara? Tem sentido estar na Rádio
Gaúcha, e muitas vezes sim, porque está inserida na rotina das pessoas, como
por exemplo a recomendação do MEC em cantar os hinos nas escolas, esse era um
assunto em alta nos últimos dias, todo mundo compartilhando, e virou assunto
nosso com o vice-presidente da República. Então, tem um pouco disso, esses critérios,
e também a necessidade de atender todos os tipos de pessoas”.
Por
fim pode falar sobre a sua participação na escolha das informações que vão pro
ar?: “ Não existe a menor possibilidade de eu não estar inserida nisso, muitas
vezes as pessoas tem aquela ideia romântica de que o apresentador só chega ali
para apresentar, e não é verdade, pelo menos no meu caso, eu participo desde o início,
em casa me informando, atualizando, me inteirando de tudo, cada virgula, cada
linha, e também algumas vezes eu mesmo faço contato com os entrevistados, isso
me faz sempre ter contato direto com as notícias.”
Obrigado
Kelly
Essa
foi Kelly Matos, Jornalista do Grupo RBS nos falando sobre sua rotina nas
redações do grupo RBS.

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