quinta-feira, 14 de março de 2019

UM DIA NA REDAÇÃO COM KELLY MATOS

Desde os 11 anos de idade, quando foi Jornalista por um dia da Zero Hora, até sua passagem por Brasília como correspondente do Grupo RBS, e hoje como apresentadora dos programas Timeline e Gaucha Mais na Rádio Gaucha, Kelly Matos possui uma vasta experiência na área jornalística, e hoje nos fala sobre a sua rotina na redação da Rádio.


Olá Kelly, pode nos falar um pouco sobre a sua rotina de trabalho na redação do Grupo RBS? “ Eu chego na Rádio Gaúcha entre 08:30 a 08:40, e tenho uma rotina com diferentes atividades, não tenho só uma função na redação. Antes mesmo de chegar na Rádio, a primeira coisa que eu faço é ler alguns jornais do dia para ficar com os principais assuntos encaminhados. E quando chego na redação a primeira coisa é ver alguns assuntos relevantes para que possa escrever na minha coluna do Gaucha ZH, bem como a melhor maneira disso ser feito.

Já o Timeline possui alguns processos na organização do programa, possuímos distancias físicas, o Davi Coimbra fica nos estados unidos, eu e o Potter na redação da Rádio, mas como hoje em dia isso não diz muita coisa nós conversamos muito. Focamos em assuntos que estejam presentes nas redes sociais das pessoas, que estão sendo muito comentados, mas também mantendo a possibilidade de pautas de ultima hora, improvisadas. O Timeline é construído dessa forma, temos uma produtora que faz um filtro de pautas, vai atrás das entrevistas, e mais um produtor auxiliar que ajuda nesse processo. E ainda depois do programa eu ainda vejo se alguma entrevista rende material para ir para o o site, um processo super integrado. A tarde eu tenho um programa que é o Gaúcha Mais e que foca mais em assuntos da cidade, das pessoas, a rotina da população mesmo. Basicamente é isso, buscamos marcar as entrevistas que vão ao ar no programa, que acontece das 14:30 até as 16:30. Já a rotina com os colegas é um processo de integração, estamos conectados, procurando os assuntos mais relevantes do dia, adequando eles sempre ao nosso público, entendendo e aprendendo que o público não é o mesmo nos diferentes meios de comunicação, a minha rotina tem bastante disso”.

E sobre os critérios de noticiabilidade das informações? Pode falar um pouquinho para a gente Kelly? “ Na minha percepção, é aquilo que mexe com a vida das pessoas, o que faz elas se movimentarem, o que vai mudar suas vidas, entendendo também o que elas querem consumir. As vezes temos essa dificuldade, nós queremos entender o que as pessoas querem consumir, e elas na verdade querem outros assuntos. Eu cubro bastante política, e nem sempre as pessoas estão interessadas nisso, muitas vezes estão de saco cheio desse assunto, que é pesado, difícil, e tem muitos escândalos de corrupção, mas, acho que temos esse desafio de tentar traduzir um pouco para as pessoas, e de como aquilo impacta também na realidade delas, mesmo sendo um assunto distante, no poder central, então nossa função é traduzir isso, e explicar o impacto que tem nas pessoas, na nossa vida.

Nossa ideia básica é conectar os gaúchos, e contribuir para que eles tenham uma vida melhor.

Em relação a critérios específicos, a Gaúcha tem muito isso de serviço, como transito, de algo que vai mudar mesmo a vida das pessoas.

O Timeline tem um processo diferente, mas a primeira regra é essa, algo que vai impactar a vida das pessoas, não vamos colocar nada que seja de internet e que não esteja dialogando com a vida das pessoas, as vezes existe uma notícia que está sendo super compartilhada, mas nos perguntamos: mas isso tem cara? Tem sentido estar na Rádio Gaúcha, e muitas vezes sim, porque está inserida na rotina das pessoas, como por exemplo a recomendação do MEC em cantar os hinos nas escolas, esse era um assunto em alta nos últimos dias, todo mundo compartilhando, e virou assunto nosso com o vice-presidente da República. Então, tem um pouco disso, esses critérios, e também a necessidade de atender todos os tipos de pessoas”.

Por fim pode falar sobre a sua participação na escolha das informações que vão pro ar?: “ Não existe a menor possibilidade de eu não estar inserida nisso, muitas vezes as pessoas tem aquela ideia romântica de que o apresentador só chega ali para apresentar, e não é verdade, pelo menos no meu caso, eu participo desde o início, em casa me informando, atualizando, me inteirando de tudo, cada virgula, cada linha, e também algumas vezes eu mesmo faço contato com os entrevistados, isso me faz sempre ter contato direto com as notícias.”

Obrigado Kelly

Essa foi Kelly Matos, Jornalista do Grupo RBS nos falando sobre sua rotina nas redações do grupo RBS.

quarta-feira, 13 de março de 2019

JORNALISTAS CONVIDADOS


 Com o tema Rotina na Redação, o programa "NO ATO" entrevistou também os Jornalistas...




Cezar Freitas, 56 anos, 23 anos de jornalismo, cursou dois anos de engenharia mecânica pois ficou encantado com o homem pisando na lua, foi professor da PUC, foi gerente de jornalismo da TVCom. Passou pelo Canal Rural e pela Rádio Gaúcha.








Leandro Olegário, 36 anos, Doutor em Comunicação Social pela PUCRS, jornalista e radialista. Atuou como repórter e apresentador em diferentes veículos do grupo RBS, Bandeirantes, Record, TVE, Canal Rural e Fundação Cultural Piratini. Atualmente, é professor de Jornalismo na Uniritter. 


quinta-feira, 7 de março de 2019

JORNALISTAS CONVIDADAS





No programa de hoje, você vai ver a rotina de uma redação e algumas jornalistas já confirmaram presença e ainda confere uma biografia das convidadas, onde contaram algumas passagens pessoais e desafios da rotina de uma redação jornalística. São elas:



Carol Anchieta tem 36 anos é repórter da RBS TV. Formou-se na Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos). Cursou Educação Física além de Jornalismo e já deu aulas na Sogipa. Foi apresentadora da TV Unisinos e canal Futura.




Simone Santos tem 43 anos é apresentadora da Record TV RS. Formada pela UCS (Universidade de Caxias do Sul). Simone, cursou alguns semestres de Direito e Serviço Social. Pensou em desistir da carreira de jornalismo e já trabalhou em um Hospital na sua cidade.

CONHEÇA A EQUIPE DO PROGRAMA "NO ATO"



Amanda Harter, 21, é acadêmica do 4º semestre do curso de jornalismo na Universidade Feevale. Estagiaria na Tv Feevale, apresentadora do programa Elas em Pauta no radio. Gosta de ir ao cinema, ir no shopping, passear com os cachorros, viajar (quando tenho dinheiro) e cozinhar.









Mariane Rambo, 20, é acadêmica do 5º semestre do curso de Jornalismo na Universidade Feevale. Ama moda, linguagens e fotografia. É bolsista de extensão e assessora de imprensa. 











André Viera, 21, é acadêmico do 6º semestre do curso de Jornalismo da Universidade Feevale. Fazendo nada desde 1997, procurando algo para se ocupar.










Jorge Passos, 20, é acadêmico do 3° semestre do curso de Jornalismo da Universidade Feevale. Gosta de animais, festas e estar com os amigos e família. No jornalismo pretende seguir área televisiva, mais precisamente no esporte. 





Júlia Taube, 19, é acadêmica do 3º semestre de Jornalismo na Universidade Feevale. Apaixonada pela comunicação e por esportes, pretende seguir na área de jornalismo esportivo. Faz estágio na Agência Experimental de Comunicação da Feevale (AGECOM), na área de produção jornalística.








Marcel Oliveira, 34, é acadêmico do 4° semestre de Jornalismo na Universidade Feevale. Adora gravar e editar. Hoje trabalha como autônomo na área de vídeo.

segunda-feira, 4 de março de 2019

COMO SURGIU...

"No Ato" surgiu da ideia de reunir em um único termo o máximo de instantaneidade e agilidade nos temas do programa, tem como meta levar aos ouvintes noticias que estão sendo destaque no momento e também curiosidades pertinentes a televisão.
A equipe do programa é composta por 6 integrantes: Amanda Harter (produtora), Jorge Passos (apresentador), Júlia Taube (repórter), Marcel Oliveira (repórter), André Vieira (repórter) e Mariane Rambo (apresentadora). O programa é da disciplina de Projeto II: Jornalismo Televisivo, do Curso de Jornalismo da Universidade Feevale. Orientação da disciplina por Andréia Vargas Souza.